Black Lives Matter

As iniciativas das plataformas após o movimento Black Lives Matter

No início de junho, Susan Wojcicki, CEO do YouTube, anunciou um investimento de US$ 100 milhões para apoiar produções de artistas e criadores de conteúdo negros. O anúncio foi feito em meio às manifestações e o movimento Black Lives Matter em decorrência da morte de George Floyd nos Estados Unidos.

Aqui no Brasil, entretanto, o movimento #BlackLivesMatter já tinha chamado a atenção do YouTube antes, que anunciou, no dia 6 de junho, a campanha #ConversasQueImportam. O movimento começou com uma live nos canais de Felipe Neto, Gabi Oliveira e YouTube Brasil. Além dos dois, o comediante Yuri Marçal também entrou ao vivo.

Em mais de duas horas de conteúdo, o trio conversou sobre racismo estrutural e o papel de pessoas não negras e aliadas na discussão.

Na quinta-feira (9), Linn da Quebrada, Nátaly Neri e Thelminha participam da segunda edição do #ConversasQueImportam. Elas discutem sobre a intersecção da luta racial e LGBQTIA+.

Outra iniciativa que também chamou atenção da mídia e do público foi a de Felipe Neto, com o Canal IN. O canal, que foi criado em 2017 e bateu o recorde de 1 milhão de inscritos em 24 horas, começou como Irmãos Neto e era comandado por Felipe e Luccas Neto. No último ano, o canal deixou de ser comandado pelos irmãos e passou a ter Bruna Gomes, Bruno Corrêa e Matheus Marinho como apresentadores.

Agora com mais de 15 milhões de inscritos, o canal passa a ter o objetivo de apoiar criadores negros e ampliar vozes. Gabi Oliveira entra no time como coordenadora de conteúdo e a partir de 29 de julho a nova programação e identidade visual entram no ar.

Netflix e Apple TV

Além do YouTube, a Netflix lançou uma categoria “black lives matter”, onde reúne diversos títulos sobre a injustiça racial e experiência da comunidade negra nos Estados Unidos. A empresa também anunciou um investimento de US$ 100 milhões em instituições financeiras que apoiam comunidades negras nos Estados Unidos.

Outra plataforma que também anunciou um investimento de US$ 100 milhões foi Apple. A iniciativa é liderada por Lisa Jackson, vice-presidente de iniciativas sociais, políticas e ambientais. A Apple TV também lançou um documentário sobre o movimento negro nos Estados Unidos.

As plataformas não são as únicas que devem apoiar os criadores e o movimento negro. No YouTube, por exemplo, existem diversos produtores de conteúdo que precisamos valorizar e, por isso, listei os meus cinco preferidos.

Guardei no armário

O Samuel já tá no YouTube desde 2015 e aborda conteúdos de empoderamento negro e LGBTQIA+ no canal.

Muro Pequeno

O Murilo, do canal Muro Pequeno, também fala sobre empoderamento LGBTQIA+ além de autocuidado e assuntos atuais.

Camila de Lucas

Dicas de beleza, moda e até vlogs. No canal da Camila ela compartilha experiências e dicas para as inscritas. Além do YouTube, vale a pena acompanhá-la no TikTok, onde produz conteúdos super engraçados.

Monalisa Nunes

A Monalisa é dermatologista e fala um pouco de tudo no canal. Tem dicas para quem é vegetariano, produtos de beleza e até sobre a faculdade de medicina.

UTK!?

Se você ama canais de humor, o UTK!? é incrível. Com vídeos curtos, o Johnny e a Camila fazem esquetes sobre diversas situações do dia a dia.

Quais outros canais você acompanha?

 

Amanda CorreaAmanda Correa

Publicitária e gerente de mídias sociais pela ComSchool, cursa MBA em Gestão Estratégica de Projetos. Atuou em e-commerces e com blogs de marketing digital. Apaixonada por leitura e terapias naturais.

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