A Netflix já havia terminado 2017 melhor que as expectativas, segundo o relatório do último trimestre do ano da empresa. O que ninguém imaginaria é que alcançaria os gigantes tão rápido: a plataforma de streaming vale hoje no mercado U$140 bilhões, número maior que o McDonald’s (US$120 bilhões), General Electric (US$127 bilhões) e Ford (por volta de US$50 bilhões). A Netflix já tinha ultrapassado a Warner em outubro, e com o crescimento contínuo, está cada vez mais perto de alcançar a Disney (quase US$155 bilhões), IBM (US$144 bilhões) e Comcast (US$171 bilhões).

Os números são resultados da quantidade de pessoas que assinam para utilizar o serviço: a empresa fechou 2017 com 8,3 milhões de usuários, 2 milhões a mais que a meta para o ano. As ações da bolsa de Wall Street da Netflix subiram 42% e a fortuna de Reed Hastins, o CEO da empresa, passou dos US$4 bilhões.

O valor de mercado da Netflix e seu catálogo estão crescendo, mas os gastos acompanham: vale lembrar que os planos da empresa são de investir entre US$7,5 milhões a US$8 milhões em conteúdo próprio.

 

Imposto da Netflix no Brasil

Enquanto isso, aqui no Brasil, o Governo Federal poderá definir um novo imposto sobre a Netflix. O Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) é um imposto regulamentado pela Ancine (Agência Nacional do Cinema) cobrado de produtoras e distribuidoras de conteúdo no Brasil, e o Governo Federal quer ampliá-lo para ser cobrado dos serviços de streaming.

A previsão é que entre abril e junho seja definido. Com isso, há possibilidade do preço da assinatura da Netflix aumentar no país.

 

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